Isso pode estar acontecendo com você:
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se sente sobrecarregado(a), mesmo quando tudo parece sob controle
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tem dificuldade de se posicionar, especialmente no trabalho
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percebe que vive situações que se repetem nas relações
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sente um cansaço constante, que não é apenas físico
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carrega uma ansiedade difícil de nomear
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tem a sensação de que algo não vai bem, mesmo sem saber exatamente o porquê
Nem sempre é possível dizer com clareza o que está acontecendo.
Mas o mal-estar insiste.
Às vezes, começar a falar sobre aquilo que se repete permite perceber algo que antes não estava claro.
Se algo disso faz sentido para você, podemos conversar.
Quando o trabalho começa a pesar demais
Para muitos adultos, o sofrimento não aparece apenas nas relações pessoais. Ele também se manifesta no cotidiano do trabalho:
• na pressão constante
• nas exigências que não cessam
• na dificuldade de se posicionar
• nas relações profissionais que desgastam
Às vezes, o ambiente exige mais do que se pode sustentar. Outras vezes, algo se repete — mudanças de trabalho, conflitos ou insatisfações que retornam.
Nem sempre é possível explicar com clareza o que acontece.
Mas o mal-estar se impõe.
A psicanálise não busca adaptar o sujeito ao que o faz sofrer, mas oferecer um espaço para que algo disso possa ser escutado.
Falar sobre o trabalho, nesse contexto, não é falar apenas de tarefas ou carreira, mas da forma como cada um se implica naquilo que vive.
Se o trabalho tem sido um lugar de sofrimento, podemos falar sobre isso.

Como funciona a análise
A análise começa com um convite simples: falar.
Você não precisa saber exatamente o que dizer.
Ao longo das sessões, a fala vai ganhando espaço.
Muitas vezes, algo que parecia confuso começa a se tornar mais claro.
A psicanálise não é um processo de respostas prontas,
mas um trabalho que se constrói no tempo, respeitando o ritmo de cada sujeito.
As sessões acontecem em um espaço de escuta,
onde aquilo que é dito pode ser acolhido sem julgamentos.
A primeira consulta
A primeira consulta é um espaço inicial de escuta.
Você pode falar sobre o que o trouxe até aqui —
no seu ritmo, a partir do que for possível.
Cada pessoa chega com sua história, suas questões e seus modos de sofrer.
Não se trata de uma avaliação ou julgamento,
mas de uma escuta atenta à sua experiência.
Esse momento também permite que você conheça como o trabalho acontece e esclareça suas dúvidas.
Você pode perceber, a partir desse encontro, se faz sentido continuar.
Para quem é a análise
A análise não se dirige a um tipo específico de pessoa,
mas a quem, em algum momento, se vê atravessado por um mal-estar que insiste.
Esse mal-estar pode aparecer nas relações, no trabalho, nas escolhas ou em situações que parecem se repetir — mesmo quando não é possível dizer com clareza o que está acontecendo.
Não é necessário chegar a um limite para procurar análise. Às vezes, basta perceber que algo não vai bem ou que compreender sozinho o que está acontecendo já não parece suficiente.
Sobre mim
Sou psicóloga e psicanalista, com atendimento voltado para adultos.
Na clínica, recebo pessoas que chegam com diferentes questões — algumas bastante claras, outras difíceis de nomear. Podem aparecer nos vínculos, nas escolhas, nas situações que se repetem, no trabalho ou simplesmente na percepção de que algo não vai bem.
Antes de me dedicar à clínica, construí uma trajetória de cerca de 20 anos na área de Recursos Humanos. Essa experiência faz parte do meu percurso e me proporcionou um contato próximo com as relações e os impasses que também atravessam a vida profissional.
Meu trabalho é orientado pela Psicanálise e por uma escuta ética e singular, respeitando o tempo, a história e o modo próprio de cada pessoa lidar com aquilo que a afeta.


